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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Amoreiras


terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Hoje




Já quase não consigo escrever. Escrever para quê? E para quem? Os caminhos que conduzem ao meu foro íntimo já não passam, necessariamente, pela escrita. Em contrapartida, o que o mundo me diz é insubstituível. Hoje foi mais um dia bem passado.

Lisboa (hoje)





quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Auto-retrato

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Auto-retrato



Todas as fotos que tiro me escondem.

Toutes les photos que je prends me cachent.

Bairro Alto (ontem)




quarta-feira, 20 de julho de 2011

Do mar


Proudhon: «A liberdade é um dom do mar».
Camus: «As ondas, saliva dos deuses».

sábado, 25 de junho de 2011

Terra estreita




Praia

Praia

Retrato do Samuel

Retrato do Filipe

Dois retratos do Daniel


Fogo de artifício




Tavira



Isto é o que sinto quando me lembro dos três dias que acabo de passar em Tavira, com as pessoas mais importantes da minha vida.

domingo, 12 de junho de 2011

Da felicidade


A felicidade não tem preço. É tudo lucro.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Praga






Nas fotografias, tal como nos sonhos, o silêncio fala.

domingo, 5 de junho de 2011

Cascais (ontem)





quinta-feira, 2 de junho de 2011

A ponte Carlos

A Ponte Carlos, ou Karluv Most, como lhe chamam os checos, é, com o famoso Castelo (o tal que inspirou a Kafka um dos seus três romances inacabados), um dos locais «mágicos» de Praga. Construída por Carlos IV no século XIV, tem 500 metros de comprimento, 10 de largura e assenta sobre 16 enormes pilares. Ao longo da ponte que só os peões podem atravessar, estão, de um lado e do outro, estátuas que as pessoas veneram realmente. Qualquer que seja a hora do dia, o local está apinhado de gente, constituindo um espectáculo permanentemente renovado.





John Lennon Wall




Numa ruela escondida da Malá Strana, talvez o bairro mais pitoresco de Praga, encontra-se o John Lennon Mall, um longo e alto muro, coberto de grafittis que evocam o Beatle desaparecido. Diz-se que todos os anos, no dia em que ele foi assassinado, centenas de pessoas ali acorrem para o recordar. Para os turistas, é quase obrigatório ir lá escrever qualquer coisa, ou no mínimo colocar a sua assinatura e a data da visita.

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