O jornal i de hoje propõe um artigo intitulado «Agora já pode viver para sempre. Só precisa de se tornar virtual». Assinado por Diana Garrido, o texto afirma que «cada vez mais as redes sociais apostam na perpetuação da memória de quem já morreu e na protecção do legado digital». Vale a pena ler
aqui.
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terça-feira, 25 de agosto de 2009
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