quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Pensamento do dia


Wittgenstein: «O que é eterno e importante, está frequentemente oculto por um véu impenetrável. As pessoas percebem que há ali qualquer coisa, mas não a vêem. O véu reflete a luz do dia.»

Wittgenstein: «Ce qui est éternel, important, est souvent caché aux yeux des hommes par un voile impénétrable. Ils savent qu’il y a là-dessous quelque chose, mais ils ne le voient pas. Le voile réfléchit la lumière du jour.»

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Dos trapezistas

Alguns preferem os palhaços, outros os domadores de leões ou os ilusionistas. A mim, o que mais me fascina são os trapezistas. Adoraria voar como eles, desafiar a lei da gravidade e, no final, cair na rede como numa nuvem, com o sentimento de ter escrito um poema invisível no ar.

Certains préfèrent les clowns, d’autres les dresseurs d’animaux et d’autres encore les magiciens. Moi, c’est les trapézistes qui me fascinent le plus. J’adorerais voler comme eux, défier la loi de la gravité e, à la fin de mon numéro, tomber sur la toile comme sur un nuage, avec le sentiment d’avoir écrit un poème dans l’air.

Dos palhaços

O que os melhores palhaços nos ensinam, é que rir não é o contrário de chorar.

Ce que les meilleurs clowns nos apprennent, c’est que rire n’est pas le contraire de pleurer.

Pensamento do dia


Milan Kundera: «Na euforia da sua vida uniforme, as pessoas já não vêem o uniforme que vestem».

Milan Kundera: «Dans l'euphorie de leur vie uniforme,les gens ne voient plus l'uniforme qu'ils portent.»

Lisboa (ontem)


O fotógrafo aplica uma lupa a tudo o que vê.


Le photographe voit le monde à travers une loupe.

Da natureza


Podia ficar horas a ver as gotas da chuva a deslizarem pela janela. A Natureza sabe como nos entreter.

Je pourrais rester des heures regardant la pluie glisser sur la fenêtre. La Nature a mille façons de nous rendre songeurs.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

domingo, 16 de outubro de 2011

sábado, 15 de outubro de 2011

Cemitérios






No Museu de Arte Contemporânea de Zagreb, a obra mais marcante é assinada por Jan Fabre. Ocupa uma sala inteira e intitula-se «Cuspo sobre o meu próprio túmulo». E, com efeito, um homem (um manequim, evidentemente) debruçado sobre uma lápide funerária cospe, de vez em quando. À sua frente encontram-se espalhadas dezenas de outras lápides, amontoadas caoticamente. O efeito é brutal.
Na minha viagem pela Croácia tive oportunidade de visitar vários cemitérios, todos encantadores, cada um à sua maneira. Quer se encontram abrigados por parques frondosos, ou dominando uma colina sobre o mar, os cemitérios croatas convidam a ficar. Na verdade, não me importava nada de ser sepultado em Sibenik, Supetar ou Cavtat, pois parece-me que poderia ali ser feliz.

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