segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Lisboa

Escondido, à vista de todos, peço meças ao futuro. Estou nesta cidade, como no exílio. 


Do silêncio

Hilda Hilst: «Não há silêncio bastante/Para o meu silêncio».

Dos sonhos

Robert Walser in Les Enfants Tanner: «On est fait pour les choses dont on rêve».

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Do escuro

Rui Nunes em Armadilha: «Escuro. O escuro é o meu percurso. O Messias de Haendel, o poema de Celan, o quadro de Twombly, a fotografia de Nozolino, são peças negras desta cegueira a que chamam beleza. Só a lei e a ordem são claras. Como o poder. É preciso. É preciso calá-las. Calá-lo.»

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